segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Everybody says I love you

(Somebody to Love - Queen)





Mais uma republicação de textos. Acho que não estou muito inspirado pra escrever esses dias.


No longínquo ano de 1996 me lembro de ter visto um filme chamado “Todos dizem eu te amo”. Me lembro perfeitamente que eu primeiro vi o trailer e gostei. Era um filme do Woody Allen, e desde aquela época eu já curtia filmes mais “europeus”, menos “Hollywoodianos”. Esse filme é quase um musical, mas com os atores todos cantando mesmo, sem dublagem nem mixagens. Fui assistir com uma amiga minha, uma querida amiga que foi muito importante em minha vida. E lembro-me que ela ficava brava porque só o que eu falava do filme era que os atores cantavam sem serem dublados. Acho, ou melhor, tenho certeza, que ela não gostou muito do filme porque eu fiquei enchendo o saco dela.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Fut

http://www.youtube.com/watch?v=MS91knuzoOA&ob=av3e
(Jeremy - Pearl Jam)



O que esperar do futuro? O que faríamos se pudéssemos ter ao menos um pequeno vislumbre do que nos aguarda? Se pudéssemos dar uma espiadela através do tecido do tempo, xeretando a nós mesmos em um futuro não muito distante? Prós? Contras? Muitos com certeza.

Nossas vidas mudam a cada instante, a cada decisão que tomamos. Diariamente nos encontramos diante de encruzilhadas, algumas mais decisivas do que outras. Mas ainda assim, encruzilhadas. Pode ser referente a que cor de camisa usar, o que comer ou não comer no almoço, aceitar ou não aquela oferta tentadora. Muito já se falou desse tema em livros, filmes, novelas, seriados, mas parece que se trata de um assunto praticamente inesgotável. Porque, curiosos que somos, sempre queremos saber o que nos aguarda. Mesmo que a curiosidade mate o gato...

Meu pai sempre me dizia, citando alguém cujo nome não me recordo, que viagem no tempo não é possível. Se fosse possível, então já teríamos esbarrado com alguém do futuro. De fato esse argumento tem sua lógica. E quando penso nesse assunto, e quando penso no meu pai, sempre me vem à mente um conto do Ray Bradbury. “Um som de trovão”.

Talvez o barato do futuro seja esse mesmo. Não sabemos, nem sequer imaginamos. E, mesmo que soubéssemos, quem garante que, ao tentar evitá-lo, não estaríamos apenas mudando os caminhos que nos levam a ele?

... dita

(Mais uma da série "reaproveitando, ou seja, preguiça de escrever")


http://www.youtube.com/watch?v=9jnBBdg2Y6k
(A porta - Arca de Noé)



Eis que eu chego diante da porta. Bato, não bato, toco a campainha? Me lembro da música do disco da arca de Noé. Lindo poema do Vinícius de Moraes musicado. Toquei essa música junto com muitos outros meninos quando estudava em Sampa. “A Porta”. Até hoje lembro da letra, mesmo tendo passado todos esses anos. Ou seriam décadas?